sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Aprendendo mais sobre o rádio


Todos pensamos que os trabalhos sobre rádio teriam uma apresentação rápida, mas não foi o que aconteceu. Todos se aprofundaram e pareceram pegar o espírito da coisa, ou no espírito do rádio, como quer que seja.


A professora iniciou apresentando o primeiro capitulo, porém, ela não foi avaliada pela apresentação, o que é uma pena e uma injustiça eu digo, pois ela não perde a mania incansável de nos avaliar (cumprindo seu papel, logicamente). Seguimos com o restante do livro em nossa apresentação, que foram divididas em vários grupos.


Foram apresentados desde conceitos sobre notícia, critérios de noticiabilidae, ideais, objetivos, características, técnicas de reportagem, pesquisa, matérias e tudo mais. As apresentações foram sempre bem fundamentadas e suficientemente explicativas e claras, completadas com comentários e argumentos de todos, o que no mostra que a participação foi satisfatória.


Eram mais de vinte e duas horas, sim, vinte e duas por extenso, porque temos mesmo que nos habituar a ler assim e também escrever “eh” com “h” para não errarmos tanto na hora de usar o TP! Ops! Eu não devo falar nisso, foi parte da aula da tarde...


Bem, retomando, o aprofundamento e o nível muito alto nas apresentações, tornaram a segunda aula a mais proveitosa do dia, até me fez esquecer que perdi o primeiro ônibus, fui deixado na parada, perdi meu óculos (sério, se alguém encontrou um óculos no banheiro, por favor, me devolva!), etc. Enfim, uma das aulas mais proveitosas, a tarde completou a noite e fez com que o dia rendesse muito mais. Os trabalhos soaram naturais e tudo correu bem afinal, exceto por alguns alunos irritantemente super-ativos que não conseguem ficar quietos sequer um minuto!

Continuem lendo as nossas postagens.
Andrio Santos - acadêmico de jornalismo

Bancada e "tele-prompter"


Numa das últimas aulas, treinamos apresentação em bancada com leitura no teleprompter, (dispositivo eletrônico no qual aparece o texto que vai ser lido pelo apresentador). À primeira vista, parece uma tarefa simplória, mas não é. Existe uma busca por um ideal de “perfeição televisiva”, que pode ser entendida como um padrão a ser atingido através de técnicas. O treinamento ajuda na absorção para reprodução das técnicas.

Temos que ter cuidado com nossa postura e o posicionamento no vídeo. Já o texto exige interpretação, entonação e um ritmo de leitura específico a ser atingido, pois ele tem que passar veracidade e naturalidade ao telespectador. Devemos estabelecer um relacionamento com a máquina (câmera) como nos lembra sempre a prof. Fabi, pois não estamos nos comunicando com um dispositivo técnico e sim com pessoas que receberão essas notícias em seu ambiente.

Mas de tudo isso sabe qual é a maior dificuldade, do meu ponto de vista? É o assistir a si mesmo. Parece que aquela pessoa ali na tela não é você, aquela projeção ganha vida própria, e os seus “erros” ou “defeitos” são potencializados na instância da imagem, do olhar, e, no imaginário, o olhar do outro é capaz de nos congelar como objetos.

A imagem, em todas as suas dimensões, exerce fascínio sobre o homem, pois a fascinação do “ver-se” é antiqüíssima, como atesta a lenda mitológica de Narciso. O duplo de si mesmo (simulacro) que tanto fascina Narciso, desafia o sujeito real (nossa singularidade). A superação do duplo si mesmo ainda é o maior desafio a ser enfrentado.

Continuem acompanhando o nosso blog.

Até a próxima.

Mirele Machado - acadêmica de jornalismo


terça-feira, 6 de outubro de 2009

Espectadores de nós mesmos


Na aula posterior a essa a que o Diogo se referia no texto abaixo, assistimos aos videos feitos em externa, quando entrevistamos pessoas no campus. O assunto era livre, e o trabalho feito em duplas. Olhar o que gravamos é uma experiência muito interessante. Dá pra perceber coisas que não nos damos por conta quando estamos como "atores" dessa atividade. Justificar

Em nossas gravações, aconteceu de tudo, duas repórteres entrevistando a mesma pessoa, repórter olhando sabe-se lá pra onde, entrevistado falando sem parar... foi muito divertido e proveitoso porque a maioria acabou aprendendo com os erros, e a professora Fabi explicando o porquê e como melhorar. Ah! e sem esquecer das dicas do nosso querido cinegrafista Pinto, é claro.

Agora pra próxima aula vamos estudar o livro "Rádio: 24 horas de Jornalismo". Divididos em duplas ou trios, vamos trabalhar o assunto de alguns capítulos, fazer um resumo e entregar aos colegas, além de apresentar num seminário em aula.


Era isso então pessoal, confiram as fotos no próximo Post.

Beijos.


Rosaura Bellinaso - acadêmica do 2º semestre de jornalismo

3,2,1... Vai!


Numa das últimas aulas, sexta à noite, tivemos uma experiência nova: a gravação fora do estúdio... como chamam os profissionais "em externa". Nossa tarefa nessa aula era fazer uma enquete com alguns alunos pelo campus. Uma tarefa comum para os jornalistas, porém uma experiência nova para nós, como alunos.

Após alguns obstáculos superados, como o receio de estar frente à câmera, assim como se ver e auto-analisar no VT, um novo desafio foi lançado, buscar outra pessoa para dividir esse medo da câmera. A tarefa era simples, em duplas tínhamos que criar uma enquete a partir de um assunto de livre escolha e sairmos pelo campus atrás de voluntários para responder nossas perguntas.

Porém, foi possível ver que na prática nem tudo é simples como parece para quem vê. Tivemos que encontrar pessoas dispostas a responder estas perguntas em frente à câmera, além de mostrarmos uma boa dicção, postura e... calma, para que tudo saísse bem.

Entre corredores, biblioteca, e o DCE, com a colaboração dos colegas e uma grande ajuda do Pinto, nosso cinegrafista (destacado na foto), conseguimos cumprir a tarefa. Se com sucesso ou não só iríamos descobrir na aula seguinte...quando os vídeos seriam avaliados em conjunto com a professora.

Durante as gravações, momentos inusitados aconteceram como gravações com o microfone desligado, o término da bateria do microfone, além dos clássicos erros de gravações.

Aprendi nessa noite que a calma é bastante necessária nesse meio... A calma e a paciência! Coisas que o Pinto tem de sobra, pois ajudar a orientar uma turma de 12 alunos em uma gravação externa no campus tem de haver muita calma! Além de pequenos macetes que ajudam na concentração, postura e dicção em frente às câmeras e em público.

Até mais pessoal. Aproveitem e comentem sobre as nossas aulas. Um abraço.

Diogo Ferreira da Silva - acadêmico de jornalismo da Unicruz

Os primeiros passos


Para a maioria dos acadêmicos da disciplina “Oficina de Mídia Eletrônica”, esta é a primeira oportunidade de participar de atividades práticas desde o início do curso de Comunicação Social – habilitação Jornalismo. Após o embasamento teórico proporcionado no 1º semestre, é hora de começar a colocar em prática os conhecimentos adquiridos e, principalmente, se familiarizar com todos os instrumentos necessários ao trabalho do Jornalista.

Os alunos que estão nos semestres finais do curso auxiliam os iniciantes com as técnicas já conhecidas por eles. Através de exercícios de dicção e atividades em frente à câmera vamos aprendendo a lidar com a nossa imagem, o nosso jeito, enfim, conhecemos o nosso perfil para poder potencializar as qualidades e desenvolver os aspectos que precisam ser melhorados.

Na aula do dia 18 de setembro, após a explanação teórica, cada aluno elaborou uma notícia curta para gravação. Os principais objetivos dessa atividade consistiam em: concentração em frente à câmera, aprimoramento da postura, dicção, empatia e capacidade de memorizar o texto. Após os vários exercícios práticos realizados em aulas anteriores, pudemos notar melhoras em todos os colegas. Nas próximas aulas iremos conferir a gravação e avaliar o desempenho de cada um.

Trabalhar com as mídias eletrônicas, além de conhecimento técnico e prático, exige uma boa dose de preparo psicológico, especialmente com a televisão, onde lidamos com um elemento muito envolvente: a imagem. Mas todos os alunos estão confiantes de que concluirão a disciplina muito mais preparados para as atividades exigidas daqui em diante.

Até a próxima!


Marcela Scheffler - acadêmica de jornalismo